Talvez, a partir destes dias, aos discos dos Timber Timbre se comecem a chamar clássicos obscuros. Não havia necessidade. Para Taylor Kirk seria indiferente qual a etiqueta que lhe colassem às canções incríveis que compôs com talento cinematográfico - gótico, dream ou bedroom pop, you name it - todas de uma brutalidade prodigiosa para ferir, milagrosamente, os ouvidos.
Taylor Kirk deixou-nos a semana passada, dia 14 de Abril, não a tempo de o vermos ao vivo, como teria sido obrigatório, mas a quem continuaremos a bater muitas palmas. Peace!

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