Foi, pois, difícil baixá-lo na intensidade, o que nem mesmo aconteceu nas pausas para fazer brilhar os outros instrumentos, às mãos de um trio de teclado, bateria e baixo em perfeita rodagem e complemento. Ao conjunto, acelerado numa tradição clássica de forte jazz, não faltaram toques de r&b, hip-hop e o bom do funk, ressaltado nas duas últimas e incendiárias peças à custa de um baixo eléctrico bamboleante.
O aplauso colectivo que brindou o final da passagem cometa pelo coreto só confirmou a grandeza de um concerto que se esperava vigoroso e que redundou numa fonte energética de rápida absorção e firmeza. Que salutar vitamina!
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