SANTOS magros DA CASA!
Já que estamos numa onda electro/disco/punk, nada como uma promoção merecida à terrinha natal Red River, prós amigos... Personagem bowieiggyjaggeriano (perceberam?), que vimos muito mais novo a tocar guitarra pelos cafés riotintenses, chama-se Slimmy e, obviamente, nasceu em Rio Tinto. Já anda nestas andanças da música desde 2000 e estará no Sábado na Casa da Música onde é assim apresentado "Slimmy abre as hostilidades na Sala 2. O «one man show» despertou a atenção de Saul Davies (James), que o convidou para ir a Londres gravar o seu álbum de estreia, «Beatsound Loverboy». Adepto da electrónica e com uma atitude rock, o músico portuense tem dado cartas na capital inglesa". Nem mais. A digressão continua um pouco por todo o país e só ainda não percebemos o que é que ele vai cantar no Portugal No Coração da RTP no próximo dia 15 de Março às 16.00h...Força Slimmy!
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

PLANETKYLIE
Não há nada como colocar palavras chave (oportunistas...) nos títulos das canções! Este duo alemão chamado Planetakis tem um novo Ep com o título "Pogo in the Shoes of Kylie Minogue". O quê? Fomos investigar... Assim, já sabemos que são alemães e acham que as suas canções "will remind you of Nena on crack crossed with Kraftwerk on vodka, ranging from sugarcandy pop to highly energetic discopunk." Sim senhor! Vamos lá experimentar! Já agora o que é "Pogo"? Segundo a artista é "the perfect combination between dancing, jumping and boxing". Já não temos idade para isto...
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
CLÁSSICO #8
The Psychedelic Furs - Heaven
Os Pyshedelic Furs foram uma das grandes bandas do pós punk inglês, com uma carreira já iniciada em finais de 70. O teledisco negro e chuvoso condiz perfeitamente com os anos 80 a que se acescenta a vocalização anasalada de Buttler, o baixo consistente, a letra escura (there's a hole in the sky where the sun don't shine / and a clock on the wall and it counts my time). O tema está no album”Mirror Moves“ de 1984 e faz-nos lembrar instantâneamente o Bateau de Leça, o Som da Frente do António Sérgio, as cassetes e os vinis. O disco tinha outras pérolas como "Here Come Cowboys” ou “The Ghost in You”, mas era “Heaven” que noz fazia saltar do sofá... O sucesso futuro de “Pretty in Pink” haveria de fazer mossa e a banda acabaria em 1990. Saudosa também a vinda dos Furs ao Porto, num Cinema Vale Formoso a suar, apesar de não estar cheio... Não nos lembramos é em que ano: 1988, 1989?
The Psychedelic Furs - Heaven
Os Pyshedelic Furs foram uma das grandes bandas do pós punk inglês, com uma carreira já iniciada em finais de 70. O teledisco negro e chuvoso condiz perfeitamente com os anos 80 a que se acescenta a vocalização anasalada de Buttler, o baixo consistente, a letra escura (there's a hole in the sky where the sun don't shine / and a clock on the wall and it counts my time). O tema está no album”Mirror Moves“ de 1984 e faz-nos lembrar instantâneamente o Bateau de Leça, o Som da Frente do António Sérgio, as cassetes e os vinis. O disco tinha outras pérolas como "Here Come Cowboys” ou “The Ghost in You”, mas era “Heaven” que noz fazia saltar do sofá... O sucesso futuro de “Pretty in Pink” haveria de fazer mossa e a banda acabaria em 1990. Saudosa também a vinda dos Furs ao Porto, num Cinema Vale Formoso a suar, apesar de não estar cheio... Não nos lembramos é em que ano: 1988, 1989?
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

MATT ELLIOT: no Mercedes a 24 de Março
O ex-lider dos Thir Eye Foundation, grupo de sonoridade drum’n’bass, apresenta-se em nome próprio desde 2003 o que culminou com a publicação do melancólico e lindíssimo “Drinking Songs” em 2005. Em Abril desse ano teve uma óptima passagem pelo Mercedes, dose que irá repetir no próximo dia 24 de Março, certamente para apresentar o seu novo disco “Falling Songs”. Obrigatório. Deixamos o seu magnífico tema/video “Kursk” em homenagem aos que desapareceram no desastre do submarino.

CSS CANSEI DE SER SEXY: Porto out?
Não seria de estranhar! O site BodySpace e o JN de hoje anunciam que o concerto de Lisboa marcado para dia 4 de Abril no Lux já esgotou e por isso uma nova data foi acrescentada, nesta caso antecipada, para dia 3. Ora, como já foi aqui noticiado, esse era o dia programado para o concerto no Porto, na Casa da Música, o que ainda pode ser comprovado aqui. O site da Casa da Música ainda não tem a programação para Abril... Tendo em conta que dia 1 a banda toca em Helsinquia e dia 5 em Madrid, não restam mais datas. Assim, parece-nos que mais uma vez o Porto está de fora ou tudo isto é um assunto mistério!

CIBELLE
Theatro Circo, Braga, 24 de Fevereiro
A brasileira Cibelle apresentou em Braga o seu último álbum “The shine of Dried Electric Leaves”. Com a sua permanência em Londres a artista rodeou-se de produtores conceituados e convidados especias como Devendra Banhart ou Seu Jorge, construíndo um álbum consistente. Contudo ao vivo, acompanhada por três músicos, a experiência apresenta alguns altos e baixos, difícéis de nivelar. Gostamos bastante da interpretação de “London, London” de Caetano Veloso (sem Devendra...) e de “Minha neguinha” onde a voz de Cibelle se torna doce e aconchegante ou de outra cover, a de Waits “Green Grass”, com que iniciou o concerto. A bossa nova de muitos dos temas é adornada por um conjunto de electrónicas minimalistas e experimentais que nem sempre resultaram, estando na simplicidade das canções a chave para o sucesso. Alternando canções em inglês ou português, a artista foi agarrando o público com algumas histórias entre canções, poses desafiantes ou máscaras como as que o grupo utilizou durante a interpretação de “Noite de Carnaval”. Dotada de uma excelente voz que vai repartindo por dois microfones muito juntos, alcança efeitos de retorno, repetição e acompanhamento bem treinados e eficientes. Faltou, contudo, mais alguma garra, apesar da boa disposição, num concerto competente, agradável e num espaço magnífico.
A brasileira Cibelle apresentou em Braga o seu último álbum “The shine of Dried Electric Leaves”. Com a sua permanência em Londres a artista rodeou-se de produtores conceituados e convidados especias como Devendra Banhart ou Seu Jorge, construíndo um álbum consistente. Contudo ao vivo, acompanhada por três músicos, a experiência apresenta alguns altos e baixos, difícéis de nivelar. Gostamos bastante da interpretação de “London, London” de Caetano Veloso (sem Devendra...) e de “Minha neguinha” onde a voz de Cibelle se torna doce e aconchegante ou de outra cover, a de Waits “Green Grass”, com que iniciou o concerto. A bossa nova de muitos dos temas é adornada por um conjunto de electrónicas minimalistas e experimentais que nem sempre resultaram, estando na simplicidade das canções a chave para o sucesso. Alternando canções em inglês ou português, a artista foi agarrando o público com algumas histórias entre canções, poses desafiantes ou máscaras como as que o grupo utilizou durante a interpretação de “Noite de Carnaval”. Dotada de uma excelente voz que vai repartindo por dois microfones muito juntos, alcança efeitos de retorno, repetição e acompanhamento bem treinados e eficientes. Faltou, contudo, mais alguma garra, apesar da boa disposição, num concerto competente, agradável e num espaço magnífico.
Bonus: Devendra + Cibelle live
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

MEMORABILIA #2
Cumprindo uma promessa feita ao amigo HugTheDj, aqui está uma foto do cartaz (incompleto...) do primeiro concerto mundial dos Madredeus, na altura denominados "Os Dias da Madredeus" nome do seu primeiro álbum. Vai fazer 20 anos para Novembro... O objectivo era apreciar os Sétima Legião, então uma das principais bandas portuguesas e que tinham por hábito não dar muitos concertos. O Teatro Carlos Alberto estava composto e na primeira parte uma moçoila de mãos nas ancas desata a cantar (e de que maneira) acompanhada pelo Pedro Ayres de Magalhães e restantes membros originais do grupo. Arrebatador e inesquecível! A música exigia silêncio e algumas conversas mais altas ou bocas eram logo abafadas pelos schhhhhh incomodados e habituais. A história haveria de confrmar o brilhantismo e consistência da sua música. Orgulhosamente estivemos lá e o bilhete (que também guardamos) custou 750$00. O cartaz foi arrancado das paredes exteriores do Teatro e esteve muitos anos afixado no nossa sala de "estudo"/música/preguiçadeira. Promessa cumprida!
Cumprindo uma promessa feita ao amigo HugTheDj, aqui está uma foto do cartaz (incompleto...) do primeiro concerto mundial dos Madredeus, na altura denominados "Os Dias da Madredeus" nome do seu primeiro álbum. Vai fazer 20 anos para Novembro... O objectivo era apreciar os Sétima Legião, então uma das principais bandas portuguesas e que tinham por hábito não dar muitos concertos. O Teatro Carlos Alberto estava composto e na primeira parte uma moçoila de mãos nas ancas desata a cantar (e de que maneira) acompanhada pelo Pedro Ayres de Magalhães e restantes membros originais do grupo. Arrebatador e inesquecível! A música exigia silêncio e algumas conversas mais altas ou bocas eram logo abafadas pelos schhhhhh incomodados e habituais. A história haveria de confrmar o brilhantismo e consistência da sua música. Orgulhosamente estivemos lá e o bilhete (que também guardamos) custou 750$00. O cartaz foi arrancado das paredes exteriores do Teatro e esteve muitos anos afixado no nossa sala de "estudo"/música/preguiçadeira. Promessa cumprida!

TÁBEEEM, TÁ!
A Griffin acaba de lançar uma capa para Ipod chamada Reflect, em policarbonato e com acabamento cromado translúcido, que que deixa o ecran do ipod escondido até ser ligado, como que surgindo do nada. Muito bonito e também resistente, mas vai custar para aí uns 30€. Há uns anos atrás, compravamos capinhas de plástico para os vinis, perpetuando ao máximo o brilho da capa ou as cores originais, agora é isto...
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

INDELICADAMENTE!
Chamam-se The Indelicates, são ingleses, amiguinhos dos Art Brut e já dão que falar desde meados de 2006, sendo por alguns considerados uma das maiores bandas do ano. Sempre polémicos, também ajudam ao ramalhete capas como esta do single "We Hate the Kids" ou outros temas chamados "Waiting For Pete Doherty To Die"! Num misto de Pogues, Belle & Sebastian, folk e até rock-fm, a banda é um projecto de Simon, poeta e autor de musicais e Julia Indelicate, uma ex- Pippettes e fotógrafa. Proliferam letras irónicas, alguns bons rasgos e histórias para contar. Para já, editaram este single no itunes e em 7" vinil e um ep na Alemanha, mas podem ouvir e guardar alguns temas através dos mp3 disponíveis no site da banda. Já que falamos nos Art Brut, juntem os We Are Scientists e outros e deu nisto...
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

PERRY BLAKE: mais um (novo) disco...
Editado no passado dia 20, o disco foi gravado em diversos estúdios e terá um documentário paralelo em DVD, ainda em fase de produção. Pela audição no Myspace o disco aproxima-se muito da fase "California", ou seja o seu melhor. Perry Blake tem uma forte ligação a Portugal e, segundo o Público de hoje, este novo disco terá no nosso país uma edição de 250 discos especiais (?), em colaboração com uma nova editora chamada "Transporte de Animais Vivos", com sede em VNFamalicão. Com toda a certeza, num dos auditórios do Minho, haverá apresentação ao vivo.

OLD JERUSALEM: novo álbum
O disco chame-se "The Temple Bell" e pelos três mp3 disponiveis gratuitamente no site da editora Borland, não se afasta, em nada, das tendências dos seus anteriores álbuns, isto é, música calma onde o amor ocupa quase sempre a história principal. Francisco Silva, o self made man deste projecto, reafirma-se assim como um grande contructor de canções acústicas, folk ou alt-country (seja lá o que for...), na linha de alguns contemporâneos como Iron & Wine ou até Kings of Convenience. Dia 9 de Março no Mercedes. A (tentar) não perder! (+ Borland)

TOM WAITS na Europa, já!
Via blog Não digo Nada, ficamos a saber que circula na rede uma petição reclamando a promoção de uma digressão europeia de Tom Waits. Como dá para notar, são já muitos os portugueses, que por razões óbvias, assinaram a petição. Tal como nós... Vale sempre a pena tentar. Petição
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

ABBA HINDI dimension!
Nesta ressaca carnavalesca, só uma partidinha deste calibre nos anima! O Abba estão no nosso Ipod, nos vinis lá de casa e nas playlists de férias, sem preconceitos. Agora na versão Hindi é que vamos ter que nos habituar... Salma e Sabina são as irmãs Agha (Abba...). Salma teve até uma carreira no cinema depois de gravar e produzir (!) a cassete em 1981 com estas versões dos Abba. Ouçam e depois digam alguma coisa. Mamma Mia, ou será Toba Toba...
Nesta ressaca carnavalesca, só uma partidinha deste calibre nos anima! O Abba estão no nosso Ipod, nos vinis lá de casa e nas playlists de férias, sem preconceitos. Agora na versão Hindi é que vamos ter que nos habituar... Salma e Sabina são as irmãs Agha (Abba...). Salma teve até uma carreira no cinema depois de gravar e produzir (!) a cassete em 1981 com estas versões dos Abba. Ouçam e depois digam alguma coisa. Mamma Mia, ou será Toba Toba...

FAROL #13
Os Snowden, que tem no seu album "Anti-Anti" um caso sério de popularidade bloguista e que nesta casa foram aposta para 2007, promovem a edição de um EP de remisturas disponibilizado para venda nos seus concertos e para download gratuito via net. Potente (excelente a versão dos Fleetwood Mac)!

TEMPO...nem mais!
David Fonseca assina mensalmente no suplemento 6ª do DN uma crónica sobre música. A última, saída na passada 6ª feira, reflecte um dos principais desafios a quem ouve, partilha, consome e devora música - chama-se tempo. Na mouche!
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

BONECA DE CERA
Em dia de disfarces, nada como uma pequena mascarada: France Gall ficou famosa pelo tema "Poupée de Cire, Poupée de Son" cantado no Festival da Canção de 1965 como representante do Luxemburgo e que haveria de ganhar o certame. A música e letra eram, nada mais nada menos, que de Serge Gainsbourg e, muito mais tarde, os Belle & Sebastian não resistiram a cantá-la. Agora são os Arcade Fire que ao vivo em Nova Iorque não dispensam uma versãozita. Confirmem aqui...

VASCULHAR #4
LOVE – False Start
LOVE – False Start
(CD, BGO Records, 1971/1991, England)
Este cd foi comprado num hipermercado pertinho de casa por 3€! Estava, como muitos outros, numa montanha de discos dentro daqueles enormes cestos metálicos, onde tudo se mistura, seja música pimba, clássica ou colectâneas de country. Somos fãs e apreciadores de Arthur Lee e Brian MacLean, a dupla por detrás dos Love. Os seus três primeiros albuns (Love, Forever Changes e Dacapo) constituem um património musical indispensável em qualquer colecção de discos ou Ipod recheado. Os Love haviam de separar-se em 1968 em ambiente de grande tensão, mas Arthur Lee rapidamente haveria de reunir uma nova versão do grupo, sendo este “False Start” o terceiro disco dessa reincarnação. Sobre o álbum, tínhamos já lido “histórias” no livro de Barney Hoskins e até trocado algumas impressões (e autógrafos...) directamente com ele aquando da sua passagem pelo júri internacional da secção de videoclips do Fantasporto de 2002. Estas “histórias” apontam outra lenda: Jimy Hendrix. Lee, a trabalhar, em Londres convidou Hendrix para colaborar na gravação, surgindo assim o tema “The Everlasting First” que abre o disco, sendo esta uma das suas mais famosas colaborações. Reza a história que foram gravadas muitas outras músicas que, por questões de direitos de autor, nunca viram a luz do dia. Nada comparável à trilogia inicial do grupo, este disco é, contudo, agradavelmente pop e soul e bastante surpreendente. Como não existem clips desta altura, aqui ficam os Love originais com “Message to Pretty” de 1966!
sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Y
(R.I.P.)
Era inevitável! A remodelação do suplemento "Y" do jornal Público é uma completa desilusão. Aguardamos ansiosamente por esta sexta-feira para obter a confirmação, embora ao longo da semana as modificações tenham como que anunciado o desastre. O "Y" de sexta era um oasis gráfico e informativo, de bom gosto e actualidade irrepreensível para quem gosta de música, cinema e afins. Basta ver os prémios alcançados ao longo dos anos (aqui ficam alguns exemplos), que o tornava num produto único, original e apelativo. Numa tentativa de concentração absurda, temos agora no novo Ipsilon um exemplo de produto confuso e amorfo: mistura-se cinema, teatro, livros, arquitectura, discos, música sem sequência lógica e oportuna, tudo num concentrado incompreensível. Lemos sobre cinema no início para depois termos que procurar lá para o fim das páginas mais informações cinematográficas, o mesmo acontecendo com a música e outras rubricas, numa salgalhada mortífera. Pergunta-se porquê? Se os novos leitores merecem todo a atenção, são os fieis e dedicados adeptos que o jornal deve particularmente acarinhar e, no fundo, respeitar. Na ânsia de maiores vendas que, a longo prazo, nunca irão aparecer, por mais especialistas entrevistados que o jornal publique, ferem-se e cortam-se, de uma forma abrupta, tradições e hábitos que demoraram tempos a enraizar. Saudades vamos também ter, com toda certeza, do suplemento "Mil Folhas", outro exemplo único de promoção cultural e social que o jornal devia manter e promover. As diferenças conquistam-se e Y e os outros suplementos, marcavam essa diferença. Sobre a “Pública” de Domingo já não temos esperança... Lá vamos ter que comprar mais vezes o "El Pais" – ao menos esse não muda radicalmente. É por isso um dos melhores jornais do mundo.
(R.I.P.)
MEMPHIS Canadá!Mais uma dupla canadiana plena de boas canções trauteantes, recomendação via HugtheDj. O tema “I’ll do Whatever You Want” é a canção do mês... dá-nos asas (ver video abaixo)! O novo disco dos Memphis chama-se “A Little place in the wilderness” e é uma caixa de bombons onde consta uma musiquinha denominada “Incredibly Drunk on Wiskey”! Tendo em conta a carnavalice próxima... Confirmem tudo no Myspace.
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