Peixe e Frankie Chavez, que não se limitam a emaranhar-se em águas nacionais, como o provam muitos temas onde a slide guitar e a guitarra eléctrica serpenteiam desertos americanos, são já donos de uma trilogia de discos complementares que foram fluindo desde 2019 de forma discreta, se bem que diferentes nas suas peculiaridades e colaborações. Para a Concha Acústica trouxeram a mais valia de um percussionista, António Serginho de seu nome, que alimentou ainda melhor um apetite diversificado pelo suspiro, pela saudade de lugares e vivências que as composições, de excelente acústica, multiplicaram entre o muito, mesmo muito, público que aderiu à travessia.
No nosso caso, e tal como em 2022, a experiência proporcionada continua a valer um carimbo certificado de prazer e ilusão, despertando memórias, quase sempre das boas, e de que se (re)quer reinício ou repetição obrigatória. Miramar, sinónimo de maravilha!
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