quarta-feira, 11 de julho de 2018

CHILLY GONZALES, TRILOGIA A SOLO!





















Sobre a qualidade e a polivalência de Chilly Gonzeles estamos há muito conversados, um conjunto de atributos e talentos que deram origem a filme estreado no corrente ano mas no qual ainda não pusemos a vista em cima. Seja como for, o piano continua a ser um epicentro artístico de contínua actividade e é sempre reconfortante quando Gonzales retorna à aparente simplicidade da composição, atitude que resultou em dois discos a solo (2004 e 2012) e que agora tem um termino com a edição de "Solo Piano III". Sem grandes pretensões vanguardistas, anuncia-se, contudo, uma maior presença da dissonância e da tensão em todos os instrumentais mas onde a clássica escala em Dó menor permite a emersão de uma delicada alegria. Pena que as futuras apresentações ao vivo continuem a passar ao largo. Até quando?


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