Sem tirar nem por, no nosso caso e dede a juventude, mantivemos o apego a uma série de singles fatais e de verdadeira mestria pop rock que se esperavam, exigia, alinhados na escolha performativa. Não demorou a que eles se fizessem ouvir - primeiro, a solo com "Is She Really Going Out With Him? e, logo de imediato, com o incontornável "It's Different for Girls", na companhia do fiel baixista Graham Maby. A noite fcou, logo ali, mais que ganha, como que sinalizando o sumário de uma lição de um mestre encartado e, perfeitamente, vigorizado.
Juntando temas de um álbum recente, "Hope and Fury, a mais alguns clássicos como "Look Sharp" ou "Sunday Papers", a máquina do quinteto foi rolando sem falhas numa velocidade controlada e que, mesmo assim, alcançou forte desenfreio em "Target" ou no indispensável "Steppin Out" com que se finou o espectáculo antes do exigido encore.
Ausente de palcos nacionais há mais de vinte anos, está, pois, desculpado um Joe Jackson de madureza rejuvenescida e rodeado de músicos de calibre intocável - a versão de "Scary Monsters (and Super Creeps)" de David Bowie e um enorme "You Can't Get What You Want (Till You Know What You Want)", guardados para o regresso ao palco, como que foram só um culminar brilhante de uma noite iluminada de sinceridade e memória. A ode "Home Town" a Portsmouth com que, outra vez sozinho, se despediu da plateia foi só a medida certa de uma rendição encantada!














