Forster enredou-se na escrita, mesmo quando fazia crítica musical ou reportagem jornalística em tempos de pousio dos palcos e digressões, como confessado no livro marcante que prometeu, e cumpriu, escrever sobre a amizade e tudo o resto com o irmão de armas Grant McLennan. Faltava, pois, uma primeira aventura na ficção.
No início de Maio, a Penguin Books fará publicar, só na Oceania, "Songwriters On The Run", também nome de canção antiga (2017) e que marca a estreia oficial de Forster como contador de histórias: esta começa em Dublin, Irlanda, durante o Campeonato do Mundo de Futebol de 1990, quando a um jovem poeta de vinte e um anos é dado a ouvir a colectânea "The Go-Betweens: 1978–1990"...
Será melhor não revelar mais nada. Trata-se de uma trip rock-and-roll estrada fora que, diz quem já leu, se revela mutipolvilhada de mistério, humor e sarcasmo a la Forster, ou seja, como tantas vezes nos hipnotizou a partir do palco. Escrito entre, e durante, os concertos e a gravação de discos ao longo dos últimos anos, espera-se que a novela encontre um editor certo pela Europa ou E.U.A. a tempo de lhe deitarmos, rapidamente, os olhos.
Só mais um teaser de palavras:
"Basically, I wanted to free myself and write what I made up. Fiction. Imagination. Freedom to dream. I began to think of stories. I had a couple that didn't fly, and then I remembered 'Songwriters On The Run'. It flew."

Sem comentários:
Enviar um comentário