Há agora uma nova experiência, desde 31 de Julho, maturada na eterna dificuldade de um segundo álbum, de título "Who Asked?" e com os mesmos selos, mas onde se dispensaram uma série colaboradores e convidados vocais, como o próprio Paak ou Thundercat, assumindo-se a totalidade da cantoria entre a dupla. Juntou-se, desta vez, uma pequena sinfonieta clássica que engrossa o caudal "chamber pop" do alinhamento, sem que a matriz original se tenha desmantelado e onde, parece-nos, a complexidade dos arranjos sugere ter sofrido uma maximização.
Discute-se, por isso, nas redes se a novidade é melhor que o percursor, se o exagero light das vozes estraga o conjunto, se a frescura original perdeu a validade, se... Ainda em fase de assimilação, que isto de texturas sobrepostas requer insistência, promete-se uma versão totalmente orquestral do disco para breve, um formato de que se disponibilizaram pequenos excertos e que tem sido usado ao vivo, como no festivais de jazz de Toronto, de Otava e Montreal nos meses de Junho e Julho. Complexo!
Para uma peça de música que tem uma epifania a começar e um epílogo a encerrar, nada como repetir a audição integral de tempos a tempos e esperar que a digressão mundial, que começa em Setembro próximo, acabe a rondar a Europa e, quem sabe, o nosso jardim. Simples!

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