Um novo álbum de António Vargas é editado no dia 23 de Outubro. Trata-se do segundo volume do projecto “Solo” e reúne peças gravadas em Dezembro de 2007 que não foram incluídas no primeiro disco (Junho de 2008), mas também algumas gravações realizadas já em Abril deste ano. Entre outros, há uma nova versão do tema “Da Alma”, bem como a inédita versão de “Ornette”, o único trecho da sua produção jazzistica que ainda não tinha sofrido uma adaptação para piano.
Entretanto, a RTP2 passa hoje à noite na rubrica “Artes em Palco” o documentário “Solo” realizado por Luís Correia (Lx Filmes) e David Ferreira, que contempla temas gravados, com e sem público, no CCB e na Culturgest em Julho do ano passado e ainda entrevistas e reportagens.
O regresso aos espectáculos está previsto para dia 31 de Outubro na Culturgest lisboeta e vamos ficar, ansiosamente, à espera que não demore muito tempo para que o músico se apresente no Porto ou arredores.

20 Canções:
. BOMBAY BICYCLE CLUB - Always like this
. THE DODOS - The strums
. JAMES YULLI - This sweet love
. NEON INDIAN - 6669 (I don’t know if you know)
. VOLCANO CHOIR – Island, IS
. THE MARS VOLTA – Cotapaxi
. ATLAS SOUND – Walkabout (w/ Noah Lennox)
. DAN MICHAELSON & THE COASTGUARDS - Your 2nd Man
. GOD HELP THE GIRL - He's a Loving Kind of Boy
. THE POSTMARKS - No One Said This Would Be Easy
. ANIMAL COLLECTIVE – Bluish
. DIRTY PROJECTORS – No intention
. MODEST MOUSE – Autumn beds
. XX – Night time
. GIRLS – Headache
. WILCO - Solitaire
. PEARL JAM – Just breathe
. HOPE SANDOVAL & THE INVENTIONS- There's a Willow
. LISA GERMANO - The Prince of Plati
. NORBERTO LOBO – Unravel
20 Versões:
. THE MERCURIALS – Neon lights (Kraftwerk)
. THE WRONG TROUSERS – Video killed the radio stars (The Bugles)
. ANDREW BIRD – Bein’ Green (Muppets)
. SCALA & KOLACNY BROTHERS - I Believe In You (Kylie Minogue)
. AMANDA PALMER – On the radio (Regina Spektor)
. BRUCE LASH – Mexican radio (Wall of Vodoo)
. ARCADE FIRE – Brazil (Ary Aroso)
. PETER MULVEY – The fly (U2)
. MAXIMO PARK – When (Vincent Gallo)
. THE XX – You’ve got the love (Florence & the Machine)
. ANTONY & THE JOHNSTONS – Crazy in love (Beyonce)
. FEVER RAY – Here before (Vashti Bunyan)
. SEU JORGE – Don’t (Elvis Presley)
. MARISSA NADLER (Feat. Black Hole Infinity) – No Surprises (Radiohead)
. JUNIP - The Ghost of Tom Joad (Springsteen)
. PET GHOST PROJECT – Box elder (Pavement)
. GLASVEGAS – Come as you are (Nirvana)
. ART BRUT – Catch (The Cure)
. MY BRIGHTEST DIAMOND – Tainted Love (Soft Cell)
. EELS – Get ur freak on (Missy Eliott)
20 Remixes:
. DELOREAN - Deli (Acid Girls Remix)
. DATAROCK - The Pretender (Holy Ghost Remix Dub)
. NOAH AND THE WHALE - Blue Skies (The Twelves Remix)
. MIDNIGHT JUGGERNAUTS - Road to Recovery (Miami Horror Remix)
. JAMES YUILL - No Surprise (Fire Version)
. ROYKSOPP - Tricky Tricky (Volatile Tidy Tidy Remix)
. FEVER RAY - Seven (Crookers Remix)
. EBONY BONES! - The Muzik (Lacrate Remix)
. SPEECH DEBELLE - Go Then, Bye (Photomachine and EL-B Remix)
. DEVENDRA BANHART - Carmensita (Toy Selectah Raverton Re-Fix)
. EL GUINCHO - Antillas (Architecture In Helsinki Remix)
. RADIOHEAD - Scatterbrain (The Twelves Remix)
. MIIKE SNOW - Black & Blue (Tiga Remix)
. PORT O’BRIEN - My Will Is Good (Bodega Girls Remix)
. THE POSTMARKS - Goodbye (Tahiti 80 Remix)
. DIVISION DAY - Devil Light (Lacerae Remix)
. EVERYTHING EVERYTHING - My Keys, Your Boyfriend (Delphic Remix)
. THE XX -Basic Space (diskJokke Remix)
. PHOENIX - Rome (Neighbours w/ Devendra Banhart Remix)
. JUNIOR BOYS - Work (Prins Thomas Remix)

Fundada em 2006, a Yellow Bird Project é uma organização sem fins lucrativos com sede em Montreal, Canadá, que através da venda de t-shirts exlusivas de diversas bandas do universo indie-rock, pretende ajudar uma série de instituições e projectos escolhidas pelos próprios músicos. Nomes como Aurevoir Simone, Devendra Banhart, Bon Iver, The National, Of Montreal, Rilo Kiley ou os Dears permitiram que um conjunto de artistas criasse t-shirts magníficas e exclusivas, cujos resultados das vendas ajudam directamente quem mais precisa.
Surge agora um novo desafio, com o lançamento de um livro denominado Indie Rock Coloring Book. Imaginado por Andy J. Miller, os desenhos aí contidos são inspirados nos músicos aderentes ou na sua música e estão mesmo à espera dos lápis de cera ou de cor para ganharem ainda mais vida. Que saudades de um bom livro para sarrabiscar...

Um tanto inesperadamente, o duo Scarlett Joahansson e Pete Yorn tem, nos últimos tempos, realizado algumas apresentações ao vivo em programas televisivos, não havendo, contudo, qualquer digressão agendada de promoção de “The Break Up Album”. A apresentação mais longa realizou-se em Setembro passado no programa Interface do site americano Spinner, onde foram tocados cinco temas do disco e que podem ser desfrutados, na totalidade, através do Youtube. Nota-se, ainda, algum nervosismo de Scarlett, que pode ser, aliás, confirmado pela recente passagem pela televisão francesa. Entretanto, a menina foi convidada pela mítica rádio KCRW para escolher e justificar alguns temas da sua eleição. Sem muitas surpresas, mas com bom gosto, por lá passaram Frank Sinatra, Beach Boys, Tom Waits, Tv On The Rádio e New Order. O resultado pode ser devidamente confirmado e descarregado por aqui. Ontem, foi a vez de uma curiosa aparição no programa Ellen…
Os bilhetes para o concerto dos U2 em Coimbra a 2 de Outubro, Sábado, do próximo ano, começam a ser vendidos a dia 17 de Outubro via Multibanco, no próprio Estádio ou através da Internet. Atendendo a que em Espanha há uma só data marcada (29 de Setembro, em Sevilha) e que o espectáculo português é o último da futura digressão, parece fazer sentido que, depois de esgotado, uma segunda data (Domingo, 3 de Outubro?) venha a ser marcada. Há quem, desde já, tenha certezas…

Certamente surpreendido pela elogiada beleza da cidade, mas sob efeito mágico da incontornável SuperBock, foi um Ed Harcourt barbudo e bem disposto que se apresentou em Guimarães. Apesar da fraca adesão de público, o concerto foi, sem dúvida, o melhor dos três a que já assistimos (passagens anteriores pela Cinema Batalha e por Vila da Feira), facto a que não deve ser alheia a presença de um guitarrista e um trompetista. Solto, com piada, Harcourt iniciou o espectáculo sozinho com a ajuda de uma concertina de plástico, comprada na Penha a um qualquer vendedor ambulante, mas foi ao piano, como sempre, que se viveram a maioria dos melhores momentos. Entre novos temas recentemente gravados em Seattle, Harcourt e companhia percorreram discos mais antigos, com destaque para clássicos como “Something in my eye”, “This is not For You” ou o obrigatório “Born in the 70’s” e o incluso e desafiante refrão “We don’t give a fuck about you”… Brilharam, obviamente, pérolas como “Apple of my eyes” ou “Black Dress”, que um trompete a rigor conseguiu transformar num dos momentos mais planantes da noite. Memorável, ainda, mais uma brincadeira ocasional, neste caso, uma simples bisnaga de bolas de sabão disparada em contínuo sob o cintilante efeito das luzes do palco e também um saboroso “Like a Virgin “ de Madonna a terminar, ao piano, um dos seus originais. Do disco “The Beautiful Lie”, Harcourt não prescindiu, entre outros, do sublime “Lost Cigarette”, tocada e cantado à guitarra, sem amplificação, na frente do palco e de um “Until Tomorrow Then” já no encore, interpretado junto das cadeiras da primeira fila com um microfone em equalização, recurso que é uma imagem de marca do cantor. Para o fim, e mesmo depois das luzes da sala se terem acendido, Harcourt voltaria para, como sempre, nos fazer lembrar porque é que “Visit from the dead dog” é uma das melhores canções pop dos últimos anos. (Foto: Losterminator)
Faleceu na passada semana Robert Kirby, nome que qualquer aficionado de Nick Drake reconhece como responsável por muitas dos arranjos dos seus dois primeiros discos. Conhecerem-se em Cambridge em período universitário, mas amizade e o amor pela música haveria de mudar a carreira de ambos (“Meeting Nick made my career”). Quando, em 1969, Drake não gostou das orquestrações usados nas gravações prévias do seu primeiro álbum “Five Leaves Left”, insistiu para que o produtor Joy Boyd convidasse o seu compincha de estudos para realizar uma nova tentativa. O resto é história! Os maravilhosos e intemporais arranjos de temas como “Time has Told Me”, “Fruit Tree” ou o impressionante “Day is Done”, tornaram-se, desde aí, modelos de bom gosto, que gente tão diversa como Vashti Bunyan, Elton John, Elvis Costello, Paul Weller ou os Magic Numbers não prescindiram do seu talento. Peace!
Ainda não é um video oficial de um dos temas do novo álbum de Devendra Banhart, mas funciona como aperitivo! Trata-se de um registo informal do músico e respectiva banda em processo de gravação do novo “What Will Be” que sai dia 27 de Outubro. A canção chama-se "Walillamdzi" e foi filmada e registada na Carolina do Norte.
Há uma semana atrás, depois de um dia atarefado, ligamos o rádio do carro e, no caminho para casa, o mestre Rui Vargas anunciava o primeiro single de um novo cantautor chamado Jonahtan Jeremiah. Ficamos apaixonados, desde logo, pelas orquestrações luxuosas, a melodia brilhante e uma voz soul de outro mundo, tudo a fazer lembrar Scott Walker, Terry Callier ou até Dionne Warwick! Hoje decidimos investigar melhor. Trata-se de um britânico com uma história curiosa, que editou em Agosto passado um EP de quatro temas, contando-se, entre eles, o tal “See” que Vargas, e muito bem, seleccionou. Todas as outras canções são também elas intemporais e estamos, tal como muita da imprensa, verdadeiramente rendidos...
SUSANNA WALLUMROAD & BONNIE PRINCE BILLY
Without you (Badfinger)
St George's Church, Brighton, Inglaterra, 21 de Abril 2009

Da iniciativa “O Vinil Está de Volta” que a FNAC leva a efeito até dia 21 de Outubro, importa reter duas notas. A primeira, é que o formato single (7”/45rpm) foi pura e simplesmente esquecido. A segunda, os discos estão, comparativamente a outros mercados, abusivamente caros. Mesmo assim, fizemos duas compras!
Era praticamente irresistível não trazer para casa este picturedisc de Amália Rodrigues, que tem desenho lindíssimo de Bruno Santino. A edição (legal?) é de Abílio Silva e Semanas, Lda. e anuncia-se que só foram feitos 600 exemplares. A gravação reúne 12 temas dos primeiros anos (1945-1953) de Amália e por isso o som é, compreensivelmente, um pouco sofrível.
A segunda aquisição, que muito procuramos o ano transacto, é o maxi/12” dos Portishead com o tema “The Rip”, numa edição limitada em vinil desenhado (etched). Um achado! 
Já que falamos em Amália Rodrigues e a propósito de uma recente conversa entre amigos, seria mesmo muito bom que, no âmbito das actuais comemorações, se disponibilizasse, finalmente, uma nova edição do mítico disco “Amália na Broadway”. Gravado em 1965 com o famoso arranjador Norrie Paramor, só em 1984 seria editado em vinil, tornando-se, desde aí, uma peça de colecção. Tal como escreveu Miguel Esteves Cardoso na contra-capa (carregar na imagem para ler o texto na integra), trata-se de um disco “Sem a companhia do Fado, é com Fado que se está. Fora da língua portuguesa, é bem dentro dela que sempre aqui se cai. (…)”. Desconhecido do grande público, reúne oito temas de amor de compositores americanos, verdadeiros clássicos como “Summertime” de Gershwin, “Blue Moon” de Richard Rogers ou “Long Ago Far Away” de Jerome Kern. Um disco que continua a ser um segredo bem guardado!
Damos agora conta que Ed Harcourt tem concerto marcado para o Centro Cultural de Vila Flor em Guimarães já no próximo Sábado! Uma magnífica oportunidade para testar as novas canções incluídas no inédito formato de pendrive bélica lançado em Maio passado. Um primeiro vídeo exclusivamente aí contido, está já disponível, documento que o músico se orgulha de ter sido dirigido por um conhecido realizador britânico que, por razões contratuais, não pode ser divulgado. Aceitam-se palpites! Podia ser, mas não é, Chris Fisher para quem Ed Harcourt escreveu a banda sonora da sequela do filme “Donnie Darko” (2001) que se chama “S. Darko”, fita que, aparentemente, é um desastre. Humm…
Apesar da entrada gratuita, menos gente, mais calor e… mais suor! Pena que o público não tenha puxado por eles, porque a boa disposição levaria a banda a tocar, pelo menos, mais meia hora. Ah, mas havia CD's e vinis para vender e para assinar e t-shirts bonitas e ainda mais umas cervejas para o caminho. À nossa e voltem sempre!
Montados nos extremos opostos da Rua Cândido dos Reis, estavam dois palcos de diferentes dimensões. Um deles, mais perto da Torre dos Clérigos, num cenário particularmente brilhante, recebeu, para começar, os TV Buddhas. O duo israelita rapidamente atraiu as atenções, quer pelo vigor instrumental de uma simples guitarra eléctrica e bateria, uma fórmula que os White Stripes celebrizaram, quer pela massa humana que os rodeou. Cedo e a convite da banda, o pequeno palco foi invadido por gente em festa, uma onda vibrante e surpreendente a que até os supostos VIP’s, que enchiam a varanda do Clube Portuense, correspondiam com um balanço tímido… Música incisiva, potente, em meia hora de delírio psicadélico.
Num espaço de curtos minutos, no palco maior e mais elevado, os Heavy Trash faziam-se anunciar pela voz de John Spencer. Com um novo álbum na calha, a dupla Spencer/Verta-Ray não se fez acompanhar, desta vez, do trio Power Solo, formação que o ano passado se apresentou no Porto em tripla dose inesquecível. Agora complementam a banda um baterista e um contrabaixista experimentados, mas o som clássico de rock-roll e blues continua bem forte e enérgico. Com Spencer e o seu vozeirão a comandar a quadrilha, destacou-se a guitarra irrepreensível de Verta-Ray, uma sonoridade sem data e sem dono. Um concerto de boa reciclagem de géneros, a que faltou um pouco mais de intimidade e calor. A promessa de um novo espectáculo no dia seguinte no PlanoB, afigurava-se, por isso, um desafio.
A fechar a noite e de volta ao palco/estrado mais pequeno, mais uma óptima surpresa! De tronco nu à volta duma bateria, Sebastian Thomson, aka Publicist, marcava o ritmo sob uma base electrónica pré-gravada e que rapidamente despoletou o efeito pretendido. Dança e braços no ar de gente divertida e que, obviamente, submergiu o músico com palmas e outros incentivos. Pena que tenha durado tão pouco. A prova que, tal como nos grandes festivais, nem sempre é no palco maior que acontecem os melhores concertos.
Uma noite bem passada, na rua, o que começa a ser uma tradição que não acontece só no São João. A cidade é nossa!

Tem nome português mas, na realidade, é um duo com base em França. Os Domingo (assim mesmo) estarão no Porto a 24 de Outubro, Sábado, para um concerto no bar Janela Indiescreta. Antes passam por Coimbra e Braga. Mais um evento com a marca da Lugar Comum que promete ainda para Novembro a vinda da menina Laura Gibson…
BON IVER & MEGAFAUN
Worried Mind (Megafaun)
Hollywood Cemetery, E.U.A., 27 de Setembro de 2009
A Warp Films, divisão integrada no universo Warp, decidiu promover uma série de cinco filmes a que chamou Five Day Feature. A iniciativa idealizada por Mark Herbert e Shane Meadows (o mesmo do magnífico “This Is England”), obriga a que os filmes sejam rodados em apenas cinco dias e qualquer um, realizador ou não, pode apresentar o seu projecto original. A primeiro película da série chama-se “Le Donk & Scor-zay-zee” e tem realização do próprio Shane Meadows. Trata-se duma comédia que conta a história de um músico falhado e rodie de bandas (Le Donk) que pretende elevar um rapper (Scor-zay-zee) ao estrelato com a ajuda, entre outros, dos Arctic Monkeys… Um rockmentary hilariante com edição em DVD prevista para o final do mês e com estreia nas salas inglesas agendada para próxima semana.
Coube agora a Deakin, um dos elementos dos Animal Collective, remisturar o tema “Love Like a Sunset”. O resultado, mais uma vez, já foi disponibilizado pela banda! Boa... a saga continua (vai haver, de certeza, um álbum de misturas)!
Depois dos Wetherman no sábado passado, está marcado já para amanhã no auditório da Jo Jo's, um concerto dos barcelenses Inter.Mission (17h30), estando ainda garantida uma sessão de autógrafos com as Aurevoir Simone que, à noite, vão passar por mais um Clubbing da Casa da Música. Ao longo do mês há outros nomes a ter em conta, de que são exemplo os Abztraqt Sir Q (dia 10) e Roses Kings Castles (dia 31), banda do ex-baterista dos Babyshambles. A loja oferece ainda para download uma compilação de temas dos artistas que irão passar pelo auditório "desalinhado". Tudo ao preço da chuva!
Quando soubemos que Shara Worden e o seu projecto cintilante My Brightest Diamond estaria a 2 de Dezembro no Teatro São Luiz em Lisboa, roemos as unhas por, certamente, não termos possibilidade de lá estar. A sua música, numa mistura de géneros e referências (de Tom Waits a Tricky ou Portishead) está reflectida em dois álbuns magníficos que urge divulgar e partilhar. O talento inato de Shara, que pode ser comprovado ainda em duas inesquecíveis versões (“Taited Love” ou “Feeling Good” para o recente “Dark Was the Night”), permitiu-lhe já partilhar o palco com David Byrne ou colaborar com artistas tão diversos como The Decemberists, Sufjan Stevens, Laurie Anderson, Bon Iver, The National, St. Vincent ou os Devotchka.
Hoje, numa rápida volta por locais de concertos a fim de estabelecer a agenda de recomendações para Outubro, somos surpreendidos com o agendamento de um concerto de My Brightest Diamond para o dia 5 de Dezembro no Auditório de Espinho! Apesar do site oficial não fazer referência a este espectáculo, queremos acreditar que ele, quase por magia, vai mesmo acontecer...