Foi perante essa primeira meia hora de embalo que alguns olvidaram a maciez da manta para se juntarem na dança apropriada, e o momento sugeria um crescendo festivo que acabaria, estranhamente, por se diluir numa madorra baladeira dispensável. Só quando, mais à frente, se retomaram os acertos das batidas e alguma da distinta sonoridade africana, um toque que em estúdio de Maputo têm tido dedo de Tiago Correia-Paulo, o espectáculo como se aclamou de novo numa veia sedutora e de centralina vibrante.
Impregnado de algum magnetismo, a que a estranheza da língua aportou benéfico exotismo, a primeira aproximação do sul-africano ao norte do país, mesmo que atribulada e um pouco bamba, confirmou-se, assim, de ponderação e azimute auspiciosos. Ngiyabonga!
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